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Sou como

as borboletas...

as

sempre

em transformação...

Olá...saiba que...

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O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessoa; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê!

(inigualável...)

Florbela Espanca
 
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Isso é muita sabedoria...

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Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, 
resta-nos um último recurso: não fazer mais nada.
Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram.
 Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente,
 mas nunca por força de imposição.
Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; 
outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés.
Os sentimentos são sempre uma surpresa. 
Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido.
Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer.
Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado,
 resta-nos um só caminho...
o de mais nada fazer.

Clarice Lispector
 
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Idéia melhor, amei!!!

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Bom dia!!! 
Vi no Blog da minha sobrinha lindinha e "roubei a idéia", 
mas é por uma boa causa (fazer vc rir tbm...)
Vejam se não tenho razão!!!







 
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Oi gente!!!!

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Dando sinal de vida pra vcs!!! 
Estou bem, sem muito ânimo pra postar, mas estou com muitas saudades do carinho de vcs.... 
Anninha, vc não existe!!!! 
Não deixou de me procurar nem uma semaninha... 
Obrigada por ser tão especial pra mim!!!!
Estou voltando, devagar... mas estou!!!! 
Aos pouquinhos recomeço a vida de blogueira, prometo!!!
 Deixo aqui um mimo pro coração de vcs!!!



Bjsssssssssssss


 
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Bom diaaa!!!!!!!!

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Vcs são dez, sabiam???
Estava aqui, atoa sem saber o que fazer nesse dia de chuva e pensei em meu lindinho aqui abandonado.. e resolvi dar uma olhadinha e qual não foi minha surpresa ao ver que havia tantos recadinhos carinhosos...
Obrigada a vc que lembrou de mim e me deu um pedacinho do seu carinho!!!!
Um lindo fds cheinho de surpresinhas boas!!!!!!
Amo vcsss
Bjssssss

 
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O contrário do Amor

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O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.



Martha Medeiros
 
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Quem sou eu

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... farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como uma responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz... Clarice Lispector
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